blayas

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Sobre blayas

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  1. CAS down.

    Heh, challanger e leclerc possuem reversos tão rápidos que tu poderia percorrer todo caminho de volta a base com o arco frontal voltado para o adversário, Pira , chama o lomaldo de volta pra jogar um pr!
  2. AVISO DE PACK RETRO

    Concordo, assim os não usuários do fórum já ´´ liberam a carga de mimimi`` antes do Horário nobre de PR a noite.
  3. Treinamento para C.A.S

    Inclui um tema importante agregado ao Cas na instrução, designação básica de alvos. Preciso de mais alimento para minhas AAs muahahahahahhaa ps: saclos está vindo, muahahahahah
  4. Votação sobre uso do HAT e AA.

    Existe todo um trecho de regra habilitando ao uso da MECinf, mas é uma vez de vez em nunca que algum SL sabe manejar verdadeiramente um apc junto á infantária, o problema não é que existe um esquadrão especializado, o problema novamente é nos operadores que não optam por cumprir com a função principal do veículo, pra tanto... já não foi incomum ver operadores dentro de um MEC-inf tomando a mesma atitude que é criticada aqui, apenas utilizando o squad para se habilitar ao uso de um apc, entre mais.... ambos os esquadrões funcionam, tanto o mec inf quanto o apc/ifv, a depender apenas de quem está operando os veículos. A decisão dos devs sobre a impossibilidade de operar equipamento inimigo esta muito mais embasada no suporte logístico para este uso do que saber operar propriamente falando, sendo o equipamento inimigo voce não terá reposição de munição no calibre adequado e nem peças de reposição... quando não se pode dar uso sustentado a um equipamento ele acaba abandonado, como o PR simula um ´´trecho de guerra`` logo ele presume esta impossibilidade negando o acesso ao equipamento nimigo. Existem exceções como no exemplo dos Russos lutando contra milícias que usam equipamento da era URSS, logo eles teriam como sustentar o uso do equipamento capturado.... ma para manter certa consistência no jogo e talvez por limitação da engine, todos os kits inimigos são negados.
  5. Votação sobre uso do HAT e AA.

    Olha só pessoal, se considerasse o valor puro da regra até seria concebível aceitá-la, o problema é que ai não se estão contabilizando as INÚMERAS variáveis que o campo de batalha nos apresenta, quantas vezes não se apresenta necessário para um squad Cas utilizar um manpad (AA portátil)? para apoiar ainda que momentaneamente suas aeronaves, o mesmo para um esquadrão apc/ifv e para um de tank, o correto evidentemente para que um apc/ifv atinja seu potencial e cumpra a função para qual foi construído seria de sempre apoiar e dispor do apoio da infantaria, mas como todos sabem... nem sempre é assim, eventualmente o apc vai ter que contar com um HAT em seu esquadrão para abater uma ameaça maior, sendo dele a culpa por se ver em frente a uma ameaça maior como um ifv? as vezes sim, as vezes não.... mas hora ou outra acontece inevitavelmente, fora nas vezes que pode estar enfrentando uma ameaça em igual, na qual o hat lhe proporciona uma vantagem. (claro que fica apenas quesito de conhecimento, mas para ver que interessante, na doutrina britânica se optou por não equipar o warrior com atgms, na verdade quem ficava encarregado da proteção anti-veicular foi a infantaria que lhe acompanhava, com nossos vulgo ´´hats`` ,) Vi que muito das reclamações que justificaram o voto no sim, são mais baseadas no comportamento do operador do equipamento do que a relação em que squad ele está, até porque vejam bem, indiferentemente do gênero de squad em que o operador irresponsável esteja, as suas atitudes não irão mudar, justamente como o Hfett colocou muito bem.... a falta de bom senso não vai mudar com o mal operador migrando para um squad de infantaria, além de não quitarmos o prejuízo... ainda tiraríamos as boas combinações de hat/manpad + veículo que bons operadores conseguem gerar, e quando digo bons operadores, são os mesmo que possuem bom senso para que quando, apoiar seus veículo não está ou não vai trazer resultados positivos ao seu time, apoiam de forma geral a infantaria, coisa que o mal operador não faria, estando este em um squad de inf ou de asset. Esta discussão nos leva diretamente para uma discussão sobre a efetividade dos assets, inevitavelmente a primeira coisa que me vem a mente é a regra: 3.4) Não trancar um SQUAD sem a quantidade mínima de jogadores para operar TODOS os veículos. Não acho que a regra deveria optar por quantidade em detrimento da qualidade, existem pequenos conjuntos que operando blindados, digamos 2, que se sobressairiam sobre 3, uma questão de eficiência, bem... compreendemos que quando há um ou dois veículos do mesmo gênero apenas, é importante que haja um esquadrão com números suficientes para utilizá-los em totalidade (por uma questão logica sobre o mínimo necessário para ser efetivo), mas o duvidoso fica suscitado quando há disponibilidade digamos de 3, 4...5 ou mais veículos do mesmo gênero, esquadrões experientes muitas vezes se impedem de manter 1 ou 2 veículos como backup, mesmo sabendo que somente parte do esquadrão é efetiva, graças a regra, ou ficam como esquadrões lotados bagunçados, ainda que não estejam usando todos os veículos, porque não há a vontade real de se utilizar todos o s veículos ao mesmo tempo.. ficando o esquadrão lotado por exigência da regra novamente. Sintetizando oque eu disse de forma mais simplificada, no meu ponto de vista a regra não deveria impor uma totalidade, existem mapas que nem mesmo se consegue atender a esta medida, a regra deveria impor o mínimo efetivo, ficando a quesito do SL reconhecer se ele consegue ser mais efetivo com 3 veículos do que com 4 por exemplo, não estaria impedido de fazer uma utilização total, mas também não estaria impedido de utilizar um esquadrão mais optimizado, e obviamente ficaria restrito ao mínimo da regra para que se evitasse absurdos. Em um mapa com apenas 1 ou 2 apcs, concordo que deve haver o uso da totalidade, ms Em mapas com 3 apcs, por exemplo, não veria prejuízo se fosse um esquadrão com 4 jogadores optimísticos mantendo um veículo de bakup (*o veiculo de backup ajuda até mesmo ao time manter a presença dos veículos no caso da perda de um deles), ou no caso de mutrah por exemplo em que podemos contar com 5 apcs e um fv101 (MEC), se o esquadrão estivesse obrigado cobrir ao uso de no mínimo 3 deles.... já que na pratica é oque acontece de forma mais rotineira, é um assunto parcialmente diverso do tema principal, mas achei importante suscitar aqui... quem sabe estendermos o debate.... até porque são questões relacionadas.
  6. Estava vendo aqui, se inobservarem isto: ´´ A regra nova não pode limitar o ataque a bandeiras com reparo, pois assim acabará contando com o mesmo teor da regra antiga refutada aqui, causando as mesmas limitações em diversos mapas, sendo correto a limitação definir uma proibição de atacar o reparo em si, mas não da bandeira que lhe conter´´ e continuar a existir um trecho de regra que impede ataque a bandeira com reparo, as condições não vão mudar em nada para os mapas : JABAL, MUTTRAH, BARRACUDA, SOU REBEL E PAVLOVSK, mapas estes em que o combate acontecia na primeira bandeira reiteradamente como uma estratégia para conter o adversário, e não há muito tempo ainda no final de semana, para demonstrar como a regra está incondizente e com aplicação limitada, foi rodado Barracuda....obviamente que os vietnamitas seguraram a bandeira de tower o quanto puderam (tower é a bandeira do aeroporto com reparo assim que capturada pelos muricas) e a regra nem sequer foi lembrada, demonstrando sua inaturalidade e aplicação limitada, ainda mais que sem exceção, nos momentos inciais do jogo justamente quando nesses 5 mapas, o detentor do reparo na bandeira capturável possui vantagem sobre os rusheiros, quem deve arcar com os maiores riscos são os rusheiros, ficando com eles os maiores prejuízos sobre uma estratégia de rush mal aplicada para cima de forças em vantagem, não conviendo uma regra protecionista remover a profundidade estratégica de jogo. Também conjuntamente a 4.2.1 também deve ser removida/modificada por não se tratar a bandeira do reparo uma área de DOD e se tornando uma área susceptível ao ataque. E a 4.3....... aaa as minas.... que eu ACHAVA que tinha sido removida, obviamente... continua impedindo a sabotagem com minas, outra para ser removida conjuntamente. Fora estes, ainda há condições muito especificas com as quais as regras não conseguirão cobrir corretamente por criarem situações como a de jabal por ex, em que os apcs já podem engajar a partir do mar mesmo este sendo DOD, mas é de conhecimento geral que este ´´dod`` já está colado nas zonas de interesse, sendo assim cabe unicamente o bom senso do admin de não cair no choro de um apc que caiu para um hat mesmo ele estando no mar..... ou para o choro de um hat que foi engajado a partir do mar....., todas estas situações complexas poderiam ser resolvidas se fosse adotada uma regra simplista do oque é ``Base e BC´´ que está com o Hfett.
  7. Não é com regras protecionistas que se resolve problemas com jogadores retardados, acaba-se apenas limitando o espectro estratégico do jogo, de qualquer forma se os retardados não puderem rushar vão fazer coisas retardadas por outros meios causando prejuízos iguais ou piores. como muitos sabem a grande maioria das estratégias que podem ser aplicadas funcionam tanto a favor como contra seu time, tudo a depender da efetividade da sua aplicação, rushar se feito corretamente e com comunicação, atrasa o inimigo suficientemente para que ele não consiga mais se estabelecer no território perdido, se feito de maneira inefetiva é apenas uma dispendiosidade de recursos, o mesmo para sabotagem, feita próxima da saída inimiga você se torna previsível, mas se conseguir ser efetivo interrompe a logística adversária e atrasa o inimigo da mesma forma, é tudo uma questão de pesar os custos e benefícios, é uma questão de organização, de comunicação e de cooperação, e não uma questão de regras protecionistas que acabam matando parte da profundidade estratégica que o jogo, assim limitando a todos, tendo estes competência ou não. Fora isto, a regra nova não pode limitar o ataque a bandeiras com reparo, pois assim acabará contando com o mesmo teor da regra antiga refutada aqui, causando as mesmas limitações em diversos mapas, sendo correto a limitação definir uma proibição de atacar o reparo em si, mas não da bandeira que lhe conter.
  8. Já vi que a questão impeditiva sobre a sabotagem não existe mais, excelente. PS, quando puderem revisar aquele trechinho de regra que sugeri também agradeço.
  9. Doações DIVSUL - Outubro

    Que legal cara! melhorias na maquina do server e na infraestrutura são sempre muito bem vindas, tendo um estrutura mais robusta podemos contar com mais estabilidade geral especialmente em certos mapas e partidas que exigem muito do server e acabam lagando ou fazendo o server cair. Também é bom contar com pessoas preocupadas com o bem comum de uma comunidade, procurando o melhor para ela e para todos que de alguma forma procuram ajudar, com coerência e real prestação desvinculada de interesses pessoais, estendendo um pouco mais a vida deste nosso prezado PR, que até o momento...mesmo apos gerações inteiras de jogos, continua como uma peça rara e unica neste universo de jogos ^^ .
  10. PR v1.4 - Possíveis Novidades

    Para não mencionar a integração na CORE do jogo o clássico PR:FALKLANDS e PR:ww2 (acredito que não vira na 1.4), e mais as dezenas de adições de conteúdo, correções e retrabalho no conteúdo já existente....... é o squédi´´ vai ter que ralar muito pra chegar no PR.... isso se chegar.
  11. Sniper no pr é um kit de suporte não de recon

    99% dos squads recon no jogo Pub não sabe oque o recon faz... e muito menos aplica o uso adequado para o sniper, para eles é só um nome que lhes habilita a pegar o kit e fazer m3rda com ele....isso quando`` fazem o squad recon.... Voces estão confundindo esquadrões de sabotagem, com esquadrão de assalto...com esquadrão de reconhecimento, o sniper acompanha o spotter (NO SQUAD RECON) pois eventualmente este irá identificar algum alvo de maior valor.... o fato é que deve existir disciplina de engajamento, como não veem isto com com frequência fica parecendo que o sniper não faz parte do reconhecimento, quando na verdade ele é uma peça chave para a função do esquadrão.
  12. EVENTO WWI - BATALHA 1# OMAHA

    O horário de inicio costuma ser extrapolado, pra não ficar muito tarde poderia ser um pouco mais cedo, como as 18:00
  13. haha, legal esta remasterizada em oman, só acho que poderia ter aproveitado melhor o terreno expandindo a cidade e a distancia entre as bandeiras pra não ficar com aquela cara de skirmish gigante rsrsrs mas tudo bem, da pra brincar.
  14. LÍDER DE ESQUADRÃO - SÉRIE 3# TEORIA

    Só mais uma coisa pra complementar seu interessante post, Hugo,. A função principal do esquadrão e o terreno (teatro de operações) onde irão operar, é definidor dos kits que o esquadrão deverá carregar. O equipamento pode ser divido entre com, mais ou menos mobilidade, os kits com mais mobilidade são adequados para operações de assalto em terrenos cerrados, como zonas urbanas e zonas de mata densa. Equipamento de menos mobilidade são mais adequados para defesa em geral, já que são mais efetivos em funcionamento estático, também são adequados para assalto em terrenos amplos com pouca ou nenhuma possibilidade de cobertura, como desertos ou áreas de pradaria. É crucial ao SL reconhecer as funcionalidades e características técnicas do equipamento ao seu dispor, para sempre lhe proporcionar o melhor uso, e claro, sempre contar com o pensamento e a criatividade, para tirar o melhor da capacidade de se adaptar a diferentes situações. Depois vou deixar um chartzinho básico sobre os kits.
  15. EVENTO SAAREMA ALT

    Hehe, já sei quem vai jogar no lado russo nos t-90a, pena que seja necessário eventos pro pessoal se tocar em discutir a estratégia de combate.